Conteúdo da categoria ‘Notícias’

Decisão sobre retomada na venda do Speedy é adiada pela Anatel

21/08/2009

Conselheiro Plínio Aguiar pediu mais tempo para analisar processo; próxima reunião do conselho diretor da Anatel ocorre na próxima semana.

Ainda não será nesta semana que a Telefônica poderá retomar as vendas de seu serviço de acesso à internet em alta velocidade, o Speedy. O assunto esteve na pauta da reunião do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizada nesta quinta-feira (20/08), mas a decisão foi adiada para a próxima quinta-feira (27/8), quando a diretoria do órgão regulador voltará a se reunir.

O adiamento na decisão deu-se porque o conselheiro Plínio de Aguiar Júnior pediu vistas do processo. Ele quer mais tempo para analisar o assunto. A Anatel avalia se a Telefônica cumpriu as determinações indicadas nos itens I e II do documento que proibiu a venda do Speedy desde 23 de junho. A operadora informou que não vai comentar o assunto.

A comercialização de novas assinaturas do Speedy foi suspensa devido aos diversos problemas na prestação do serviço registrados este ano. Em 17 de julho, a Telefônica anunciou a conclusão da primeira das três etapas do plano de recuperação do serviço que envolve investimentos da ordem de 70 milhões de reais.

Fonte: IDG Now

Gmail é o terceiro serviço de webmail mais usado nos EUA

17/08/2009

Em julho, correio eletrônico do Google ultrapassou AOL e somou 37 milhões de usuários. Yahoo Mail lidera o ranking, seguido pelo Hotmail.

O serviço de webmail do Google, o Gmail, se tornou o terceiro serviço de e-mail mais popular nos Estados Unidos em julho, passando a AOL, segundo dados da consultoria comScore.

O blog de tecnologia TechCrunch, que revelou as estimativas, diz que o Gmail possui 37 milhões de usuários únicos, pouco mais que os 36,4 milhões da AOL.

O líder do setor no território dos EUA é o Yahoo Mail, com 106 milhões de usuários únicos. Em segundo lugar está o Hotmail, da Microsoft, com 47 milhões de cadastrados.

Na relação entre julho de 2008 e julho de 2009, o número de usuários do Gmail cresceu 46%, enquanto a AOL registrou queda de 19%. O Hotmail cresceu, por sua vez, 3%, enquanto o Yahoo Mail aumentou sua base de inscritos em 22%.

Fonte: IDG Now

A pulsação do orkut no Brasil

29/07/2009

Às vezes, sentimos que o e-mail, as mensagens instantâneas, o compartilhamento de vídeo e todos os recursos que usamos quando estamos on-line fazem parte do nosso dia a dia há muito tempo. A internet chegou longe para as pessoas cujo primeiro computador foi um TK 82, a primeira linguagem de programação foi o BASIC, o primeiro videogame foi o Pong e o primeiro navegador foi o Mosaic.

A internet não só se tornou uma plataforma para procurar informações, mas também está sendo usada cada vez mais para as pessoas se encontrarem e se expressarem em tempo real. Nós do Google quisemos saber um pouco mais sobre como vocês, nossos usuários no Brasil, estão interagindo on-line, principalmente através de redes sociais como o orkut, para saber o que vocês mais gostam nessas redes.

Com a ajuda de uma empresa de pesquisa de mercado, a Netpop Research, desenvolvemos uma pesquisa com algumas perguntas simples: Quem usa as redes sociais e o que essas pessoas fazem depois de ingressar nessas redes? Por que você ingressa nas redes sociais e quem você convida para ingressar com você? Você ama, odeia ou tem outra opinião sobre anúncios? A maior parte da nossa pesquisa teve foco no orkut, mas creio que o que aprendemos pode se aplicar a como as pessoas interagem nas redes sociais on-line em geral.

E aqui está o que descobrimos com 1000 usuários brasileiros sobre a experiência com as redes sociais e com o orkut.
O e-mail e os mecanismos de pesquisa ainda reinam.

Juntamente com as ferramentas on-line que você utiliza em um mês comum, descobrimos que 90% dos entrevistados usam e-mail e quase a mesma porcentagem usa mecanismos de pesquisa de sua preferência diariamente. Apesar disso, as redes sociais parecem atrativas: As 50 principais comunidades do orkut têm mais de 37 milhões de membros ao todo e quase 1,3 milhão de visitas diárias em todo o mundo.

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2,5 milhões de estudantes mineiros com o Google Apps

01/07/2009

Como uma empresa que nasceu dentro de uma universidade, a educação sempre foi um tema central aqui na Google. Foi por isso que a empresa lançou, há quase três anos, o Google Apps Education, uma edição especial das ferramentas de comunicação, colaboração e publicação da Google destinada exclusivamente a instituições de ensino (escolas, universidades etc.). Sabemos que em um país desigual como o Brasil, a educação possui um papel ainda mais relevante para a construção de um futuro melhor para todos nós e que investir em tecnologia associada à educação é fundamental para o desenvolvimento sócio-econômico do país. É por essa razão que estamos muito contentes em anunciar a assinatura do primeiro acordo para implementação do Google Apps Education no Brasil.

Google Apps - Minas Gerais
(Alexandre Hohagen e Vint Cerf da Google e Aécio Neves, o Governador do Estado de Minas Gerais, ouvem ao pronunciamento do Secretario Portugal na cerimônia de assinatura)
Pelo acordo, assinado recentemente pelo Diretor Geral da Google para América Latina, Alexandre Hohagen, e pelo Governador do Estado de Minas Gerais, Aécio Neves, os mais de 2,5 milhões de estudantes e 165 mil professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais terão acesso às ferramentas Google sem qualquer custo. A cerimônia de assinatura, ocorrida no Palácio da Liberdade em Belo Horizonte, contou ainda com a presença de Vint Cerf, Vice-Presidente mundial da Google, e marcou a celebração do segundo maior acordo de Google Apps Education em todo o mundo.

Vídeo sobre Links Patrocinados – Google Adwords

23/04/2009

Quando vamos a conferências ou lemos postagens em fóruns, observamos que os anunciantes às vezes sabem mais sobre os recursos avançados do que sobre as funções básicas do AdWords. Por isso decidimos reservar um tempo para explicar como o leilão do AdWords funciona.

Trouxemos nosso economista, Hal Varian, para ajudar você e para explicar o leilão e como o lance máximo de CPC (custo por clique) e o Índice de qualidade determinam quanto você irá pagar por um clique nas páginas de resultados de pesquisa do Google.

Quando as pessoas pensam em um leilão, geralmente pensam em um produto sendo vendido para o maior lance. Mas o leilão do AdWords funciona de uma maneira um pouco diferente: o vencedor paga somente o mínimo necessário para manter sua posição na página em questão.

Isso significa que você pagará somente o mínimo necessário para vencer a pessoa logo abaixo de você. Na realidade, nosso sistema de preços com base em qualidade garante que você geralmente pagará menos do que o seu lance máximo.

Como isso funciona exatamente? O Hal explicará isso para você.


(caso tenha problema em visualizar, ajuste a qualidade para 240p no ícone da engrenagem)

Fonte: Google

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Distrubuidor Google Apps

23/08/2008

Google AppsSolução de baixo custo, que engloba um amplo conjunto de funcionalidades permitindo uma comunicação e colaboração mais ágeis e eficientes às corporações de todos os portes, promete revolucionar o mercado brasileiro.

Alinhada às tendências mundiais de oferecer tecnologia como serviço, a Spread, empresa brasileira especializada na implementação de soluções de TI e Telecom, acaba de firmar uma parceria com a empresa Google, para distribuição, implementação e suporte ao sistema Google Apps, focado no mercado corporativo e educacional.

Desenvolvido para atender às necessidades de empresas de todos os portes, a solução Google Apps é uma plataforma de comunicação e colaboração avançada, que permite ao usuário acessar e editar documentos em qualquer equipamento conectado à Internet, por meio de senha pessoal.

“A solução implementa o conceito de Cloud Computing (computação na nuvem), que significa transferir para dentro da nuvem da Internet aquilo que atualmente é processado nos servidores das empresas. Além de representar a eliminação de diversos servidores corporativos, os produtos que compõem o Google Apps permitem total acessibilidade, colaboração online na elaboração de documentos, eliminação de redundâncias de arquivos e até de dados, além de interatividade em tempo real com a comunidade de usuários”, explica Carlos Wako, diretor-geral da Spread IT Outsourcing e BPO.

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Cloud computing: entenda este novo modelo de computação

14/08/2008

São Paulo – Saiba o que significa a expressão do momento em tecnologia e entenda os benefícios que ela trará a fornecedores e usuários.

O Google APPS, caminha junto a essa tecnologia! Seus e-mails ficam todos hospedados em servidores do Google e você pode acessar de qualquer lugar bastando ter internet.

cloudcomp_88Cloud computing é a expressão do momento em tecnologia. Nomes de peso como Amazon, AT&T, Dell, HP, IBM, Intel, Microsoft e Yahoo já anunciaram planos e investimentos na área e o Gartner acaba de liberar um relatório que aponta o cloud computing como uma das três mais importantes tendências emergentes nos próximo três a cinco anos.

Mas se há um consenso de que esta é a hora do cloud computing, não é possível dizer que haja uma idéia definida comum do que realmente é a chamada computação em nuvem. As opiniões são variadas e um bom exemplo de que o conceito ainda está nublado é o divertido vídeo da fornecedora Joyent, que mostra personalidades notórias como o visionário da web 2.0, Tim O’Reilly, o editor-chefe da CNet, Dan Farber, e o co-fundador do Wodpress, Matt Mullenweg, dando visões bastante distintas sobre o tema.

Juntando tudo, cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.

“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”, esclarece Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner, em um podcast da empresa de análise.

A nuvem em funcionamento
Pode parecer abstrato, mas alguns serviços que usamos no dia-a-dia ajudam a exemplificar o que significa este modelo. O e-mail é um deles. No modelo tradicional de computação, suas mensagens ficam salvas no software de e-mail, dentro do seu computador.

Em contrapartida, com os e-mails baseados em web (Hotmail, Gmail, Yahoo Mail ou qualquer outro da sua preferência), você pode acessar sua conta com todas as suas mensagens – armazenada em um servidor alheio -, a qualquer hora, de qualquer lugar, por meio da internet.

Aplicativos de edição de texto, planilhas, apresentação, edição de imagem e até softwares de gestão de relacionamento com clientes (como o CRM online da Salesforce.com) também estão migrando para este modelo.

E não são apenas os softwares que podem ser acessados remotamente pela nuvem. Os recursos de hardware – como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).

As vantagens do modelo

Todas estas tecnologias que vêm emergindo e amadurecendo foram empacotadas no conceito que levou o nome de cloud computing. “Em alguns anos não vamos chamar isso de cloud computing. Não terá nome. Será simplesmente computação”, defende Luis Sena, gerente de marketing de serviços da HP Brasil.

O entusiasmo com o cloud computing e os esforços de companhias do porte das citadas no início desta matéria se devem às inúmeras vantagens que ele pode oferecer tanto aos fornecedores de tecnologia quanto aos usuários.

Em primeiro lugar, este é um modelo que prevê um melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Um dos pilares do cloud computing é a consolidação dos recursos de hardware para que eles possam ser aproveitados ao máximo e gerenciados de forma inteligente, proporcionando economia de custos.

O mais relevante é que estamos falando de uma escala que não é mais local, mas sim global. O Google tem dezenas de data centers espalhados pelo mundo. Todos prestam serviços não a um país, mas a diversos, atendendo milhões de usuários”, define José Nilo Martins, gerente sênior de Google Enterprise para o Brasil.

A rede de varejo Amazon.com foi uma das pioneiras em entender e aplicar isto a seu favor. Para suportar a demanda das datas de pico em vendas – como o Natal – a loja online teve que investir em um poderoso parque de hardware. No entanto, fora das datas críticas, grande parte dos recursos ficava ociosa.

Desde 2002, a companhia vem experimentando com o “aluguel” desta capacidade. Em 2006, a empresa lançou dois serviços abertos ao público que a colocaram à frente na corrida do cloud computing: o Simple Storage Solution (S3), que permite ao usuário comprar espaço para armazenar arquivos online; e o Elastic Compute Cloud (EC2), que permite utilizar máquinas virtuais completas.

Os serviços não são apenas uma saída para o problema da Amazon, mas também uma oportunidade para as empresas começarem um negócio sem ter de investir na compra de equipamentos e com a flexibilidade de aumentar os recursos conforme for necessário.

Este exemplo revela outra vantagem do cloud computing: a flexibilidade. Se você precisa de mais processamento, você pode fazer um upgrade imediato de capacidade, sem precisar trocar componentes ou até equipamentos inteiros para isto. O mesmo vale para armazenamento ou até mesmo upgrades de software.

Se antes, para atualizar um software o administrador tinha que reinstalar todo o produto na máquina de cada usuário, neste modelo os aplicativos podem ser constantemente aperfeiçoados sem impactos para os usuários, uma vez que estão hospedadas em um único ponto central. Quantas vezes o Google já introduziu melhorias no Gmail, por exemplo, sem afetar a rotina dos seus milhões de usuários?

Outra vantagem deste novo modelo computacional é que ele não exige mais equipamentos potentes na ponta para acessar as aplicações. Como a parte mais pesada do processamento fica na nuvem, o usuário final só precisa de um browser e uma boa conexão à internet. “Com o cloud computing, qualquer um pode ter um supercomputador em casa”, afirma Fábio Boucinhas, diretor de produtos do Yahoo Brasil.

Desafios no ar

As empresas envolvidas na promoção do cloud computing têm, contudo, alguns desafios, entre eles segurança e confiabilidade. Para que o usuário confie grande parte de seus sistemas e arquivos a um terceiro, ele terá de garantir que os dados estejam devidamente protegidos e 100% disponíveis.

Isso é ainda mais crítico quando se trata de informações empresariais altamente sensíveis, como processamento de dados financeiros. “Isso terá de ser regulado para garantir que será feito da forma certa”, alerta Plummer, do Gartner.

A forma como esses serviços serão cobrados também é outra questão importante. Fornecedores que tiveram sucesso vendendo caixas – seja de software ou de hardware – terão que migrar para o modelo de venda de serviços. “Os custos para os usuários finais serão menores”, assegura Otávio Pecego, gerente do grupo de arquitetura da Microsoft Brasil.

Para endereçar questões como esta, três grandes nomes da indústria de tecnologia – Intel, HP e Yahoo – formaram uma aliança. “Hoje as questões de segurança e confiabilidade são inibidores do modelo. A idéia é identificar como atender esses requerimentos e criar padrões”, explica Sena, da HP.

O ritmo de adoção do cloud computing será definido pela velocidade com que estas questões serão endereçadas. “Quando isso acontecer – e vai acontecer – o fenômeno vai estar em pleno efeito”, prevê Plummer.

Fonte: IDG Now