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A ascensão dos aplicativos Google (Google Apps)

23/12/2011


Se você ainda não conhece, o Google Apps é um pacote de aplicativos fornecidos pelo Google para empresas de todos os portes. Uma revenda autorizada configura ou registra o domínio da empresa (ex: hotelwww.com.br) e então seus colaboradores passam a contar com as mais avançadas tecnologias da web 2.0 e da computação em nuvem, fornecidas e asseguradas pelo Google, configuradas e assessoradas pela revendedora autorizada.

Recentemente o VP da Google Enterprise anunciou que os aplicativos Google já possuem mais de 100.000 usuários, incluindo marcas bastante conhecidas como Lojas Renner, Anhanguera Educacional, jornal O Globo, General Motors, Motorola, jornal The New York Times, Jaguar, entre muitas outras. O sistema Google Apps oferece recursos de colaboração entre usuários/equipes, armazenamento e acesso de dados em nuvem (inclusive por dispositivos móveis), levando até as empresas – com uma abordagem corporativa séria e abrangente – seus renomados serviços como Gmail, Google Agenda (calendar), Gtalk, Google Docs, Google Cloud Connect, entre outros.

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Aplicações em Cloud Computing

08/11/2009

Vejam algumas aplicações na qual você não precisa ter mais instaladas ou arquivos guardados em seu computador.

Gmail- Gmail (Email): Você pode enviar e receber emails

Google Agenda – Google Agenda (Agenda): Você pode agendar compromissos e ser alertado por email, compartilhar agenda. Veja como usar Google agenda.

Google Docs – Google Docs (Microsoft Word, Excel, PowerPoint): Você pode fazer documentos de texto, planilhas eletrônicas, apresentações, formulários, compartilhar arquivos com permissões de leitura ou escrita.

xmarks – Xmarks: Você pode guardar, fazer backup ou sincronizar seus favoritos seja internet explorer ou firefox.

Sincronizar Favoritos do Firefox ou Internet Explorer – xmarks

08/11/2009

xmarks

Muitas vezes você formata o computador e dá-lhe copiar uma série de pastas: Desktop, Favoritos, Meus documentos, Emails….

Esse programa xmarks (complemento do Firefox) ajuda você com isso e você ainda pode ter acesso a ele em qualquer lugar. Ele sincroniza os seus favoritos com o site xmarks e então você pode ter uma equipe na qual você pode compartilhar esse favoritos. Basta todos sincronizarem com esse programa!

Mais uma vez, uma vantagem do cloud computing, ou seja, você têm elas nas nuvens!

Fonte: Complemento Firefox

A crise beneficia a Google Apps

10/09/2009

Google Apps

Quando o Google entrou no mercado de software empresarial acabou encontrando um grande concorrente: o Microsoft Office e a lealdade de seus usuários. Mas a crise econômica mundial parece estar abrindo as portas para o Google, pois suas soluções são 6 vezes mais baratas que a do concorrente.

O serviço de aplicativos do Google custa 50 dólares por ano por usuário, frente os 350 dólares que pagam as empresas para adiquirir o pacote Office e o programa de e-mail Microsoft Outlook. Existem empresas no Brasil que já começaram a adotar a idéia. Já no México, recentemente 14 empresas adotaram a solução que compõe um programa de e-mail, mensagem instantânea, editor de textos, planilha de cálculos e um programa para criação de apresentações. O grande diferencial é a possibilidade de mais de um usuário trabalhar com os arquivos ao mesmo tempo.

Google Apps

O Google Apps não oferece somente soluções de Software, pois com isso as empresas estariam economizando em Hardware, espaço em disco para alocação de arquivos. Infelizmente ainda muitas empresas ainda não estão preparadas para utilizar o sistema de “Cloud Computing” pois estariam elas assim entregando o controle de seus dados a desconhecidos.

O maior medo gira sim em torno da segurança da informação, mas o Google afirma não ter acesso as informações das empresas. Mas com certeza essa mentalidade das empresas irá mudar, basta agora o Google aproveitar esse momento de crise para crescimento de seus aplicativos virtuais.

Fonte: Piceladas da Web

Cloud computing: entenda este novo modelo de computação

14/08/2008

São Paulo – Saiba o que significa a expressão do momento em tecnologia e entenda os benefícios que ela trará a fornecedores e usuários.

O Google APPS, caminha junto a essa tecnologia! Seus e-mails ficam todos hospedados em servidores do Google e você pode acessar de qualquer lugar bastando ter internet.

cloudcomp_88Cloud computing é a expressão do momento em tecnologia. Nomes de peso como Amazon, AT&T, Dell, HP, IBM, Intel, Microsoft e Yahoo já anunciaram planos e investimentos na área e o Gartner acaba de liberar um relatório que aponta o cloud computing como uma das três mais importantes tendências emergentes nos próximo três a cinco anos.

Mas se há um consenso de que esta é a hora do cloud computing, não é possível dizer que haja uma idéia definida comum do que realmente é a chamada computação em nuvem. As opiniões são variadas e um bom exemplo de que o conceito ainda está nublado é o divertido vídeo da fornecedora Joyent, que mostra personalidades notórias como o visionário da web 2.0, Tim O’Reilly, o editor-chefe da CNet, Dan Farber, e o co-fundador do Wodpress, Matt Mullenweg, dando visões bastante distintas sobre o tema.

Juntando tudo, cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.

“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”, esclarece Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner, em um podcast da empresa de análise.

A nuvem em funcionamento
Pode parecer abstrato, mas alguns serviços que usamos no dia-a-dia ajudam a exemplificar o que significa este modelo. O e-mail é um deles. No modelo tradicional de computação, suas mensagens ficam salvas no software de e-mail, dentro do seu computador.

Em contrapartida, com os e-mails baseados em web (Hotmail, Gmail, Yahoo Mail ou qualquer outro da sua preferência), você pode acessar sua conta com todas as suas mensagens – armazenada em um servidor alheio -, a qualquer hora, de qualquer lugar, por meio da internet.

Aplicativos de edição de texto, planilhas, apresentação, edição de imagem e até softwares de gestão de relacionamento com clientes (como o CRM online da Salesforce.com) também estão migrando para este modelo.

E não são apenas os softwares que podem ser acessados remotamente pela nuvem. Os recursos de hardware – como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).

As vantagens do modelo

Todas estas tecnologias que vêm emergindo e amadurecendo foram empacotadas no conceito que levou o nome de cloud computing. “Em alguns anos não vamos chamar isso de cloud computing. Não terá nome. Será simplesmente computação”, defende Luis Sena, gerente de marketing de serviços da HP Brasil.

O entusiasmo com o cloud computing e os esforços de companhias do porte das citadas no início desta matéria se devem às inúmeras vantagens que ele pode oferecer tanto aos fornecedores de tecnologia quanto aos usuários.

Em primeiro lugar, este é um modelo que prevê um melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Um dos pilares do cloud computing é a consolidação dos recursos de hardware para que eles possam ser aproveitados ao máximo e gerenciados de forma inteligente, proporcionando economia de custos.

O mais relevante é que estamos falando de uma escala que não é mais local, mas sim global. O Google tem dezenas de data centers espalhados pelo mundo. Todos prestam serviços não a um país, mas a diversos, atendendo milhões de usuários”, define José Nilo Martins, gerente sênior de Google Enterprise para o Brasil.

A rede de varejo Amazon.com foi uma das pioneiras em entender e aplicar isto a seu favor. Para suportar a demanda das datas de pico em vendas – como o Natal – a loja online teve que investir em um poderoso parque de hardware. No entanto, fora das datas críticas, grande parte dos recursos ficava ociosa.

Desde 2002, a companhia vem experimentando com o “aluguel” desta capacidade. Em 2006, a empresa lançou dois serviços abertos ao público que a colocaram à frente na corrida do cloud computing: o Simple Storage Solution (S3), que permite ao usuário comprar espaço para armazenar arquivos online; e o Elastic Compute Cloud (EC2), que permite utilizar máquinas virtuais completas.

Os serviços não são apenas uma saída para o problema da Amazon, mas também uma oportunidade para as empresas começarem um negócio sem ter de investir na compra de equipamentos e com a flexibilidade de aumentar os recursos conforme for necessário.

Este exemplo revela outra vantagem do cloud computing: a flexibilidade. Se você precisa de mais processamento, você pode fazer um upgrade imediato de capacidade, sem precisar trocar componentes ou até equipamentos inteiros para isto. O mesmo vale para armazenamento ou até mesmo upgrades de software.

Se antes, para atualizar um software o administrador tinha que reinstalar todo o produto na máquina de cada usuário, neste modelo os aplicativos podem ser constantemente aperfeiçoados sem impactos para os usuários, uma vez que estão hospedadas em um único ponto central. Quantas vezes o Google já introduziu melhorias no Gmail, por exemplo, sem afetar a rotina dos seus milhões de usuários?

Outra vantagem deste novo modelo computacional é que ele não exige mais equipamentos potentes na ponta para acessar as aplicações. Como a parte mais pesada do processamento fica na nuvem, o usuário final só precisa de um browser e uma boa conexão à internet. “Com o cloud computing, qualquer um pode ter um supercomputador em casa”, afirma Fábio Boucinhas, diretor de produtos do Yahoo Brasil.

Desafios no ar

As empresas envolvidas na promoção do cloud computing têm, contudo, alguns desafios, entre eles segurança e confiabilidade. Para que o usuário confie grande parte de seus sistemas e arquivos a um terceiro, ele terá de garantir que os dados estejam devidamente protegidos e 100% disponíveis.

Isso é ainda mais crítico quando se trata de informações empresariais altamente sensíveis, como processamento de dados financeiros. “Isso terá de ser regulado para garantir que será feito da forma certa”, alerta Plummer, do Gartner.

A forma como esses serviços serão cobrados também é outra questão importante. Fornecedores que tiveram sucesso vendendo caixas – seja de software ou de hardware – terão que migrar para o modelo de venda de serviços. “Os custos para os usuários finais serão menores”, assegura Otávio Pecego, gerente do grupo de arquitetura da Microsoft Brasil.

Para endereçar questões como esta, três grandes nomes da indústria de tecnologia – Intel, HP e Yahoo – formaram uma aliança. “Hoje as questões de segurança e confiabilidade são inibidores do modelo. A idéia é identificar como atender esses requerimentos e criar padrões”, explica Sena, da HP.

O ritmo de adoção do cloud computing será definido pela velocidade com que estas questões serão endereçadas. “Quando isso acontecer – e vai acontecer – o fenômeno vai estar em pleno efeito”, prevê Plummer.

Fonte: IDG Now