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Emails legítimos estão marcados como spam no Gmail

13/05/2009

Caso alguma mensagem esteja erroneamente classificada como spam, você poderá remover essa marca. Selecione a mensagem e clique no botão Não é spam que aparece no topo ou no final da sua visualização atual. Desmarcar uma mensagem a enviará automaticamente à sua Caixa de entrada.

Caso perceba que algumas das mensagens de seus destinatários estão freqüentemente sendo marcadas como spam, você pode prevenir isto se:

  • Adicionar o endereço de e-mail deles à sua lista de contatos. O Gmail entregará mensagens de membros da sua Lista de contatos para sua caixa de entrada, a menos que eles atendam a estes critérios.
  • Criar um filtro para que as mensagens nunca sejam enviadas ao spam.

Se você estiver enviando mensagens para usuários do Gmail e elas estiverem marcadas como spam, consulte nosso guia Remetentes em massa.

Veja também:

Os e-mails dos contatos estão marcados como spam

Fonte: Google

Qual o tamanho de anexo máximo no Gmail?

23/04/2009

Com o Gmail, você pode enviar e receber mensagens de até 25 megabytes (MB). Contudo, o tamanho preciso permitido dependerá do anexo.

Quando você adiciona um anexo, o tamanho de um arquivo pode aumentar porque as codificações de transporte são automaticamente adicionadas. (Codificações de transporte são as informações que permitem que suas mensagens sejam enviadas e lidas com segurança.)

Isso significa que, em alguns casos, os anexos com 20 MB a 25 MB podem elevar o tamanho total da mensagem para mais de 25 MB. Quando isso acontece, o Gmail exibe um aviso de que a sua mensagem excedeu o limite de 25 MB.

Fonte: Google

Não posso receber arquivos executáveis no Gmail?

23/04/2009

Como medida de segurança para evitar possíveis vírus, o Gmail não permite o envio ou recebimento de arquivos executáveis (por exemplo, arquivos com extensão .exe) que podem conter códigos executáveis causadores de danos.

O Gmail não aceita esses tipos de arquivos mesmo que sejam enviados em formato zipado (.zip, .tar, .tgz, .taz, .z, .gz). Se esse tipo de mensagem for enviado à sua conta do Gmail, ele será devolvido automaticamente ao remetente.

Fonte: Google

Como configurar para receber meus emails no outlook pelo Gmail?

23/03/2009
  1. Abra o Outlook ou o Outlook Express.
  2. Clique no menu ‘Ferramentas’ e selecione ‘Contas…’.
  3. Clique em ‘Adicionar’ e, em seguida, em ‘Correio…’.
  4. Digite o seu nome no campo ’Nome de tela:’ e clique em ’Avançar’.
  5. Digite o seu endereço de e-mail completo (nomedeusuario@seudominio.com.br) no campo ‘Endereço de e-mail:’ e clique em ‘Avançar’.
  6. Digite ‘pop.gmail.com’ no campo ‘Servidor de e-mail de entrada (POP3, IMAP ou HTTP)’ . Digite ‘smtp.gmail.com’ no campo ‘Servidor de e-mails de saída (SMTP)’ .
  7. Clique em ‘Avançar’.
  8. Digite o seu nome de usuário (incluindo ‘@seudominio.com.br’) no campo ’Nome da conta:’ . Digite a sua senha do e-mail no campo ’Senha’ e clique em ‘Avançar’.
  9. Clique em ‘Concluir’.
  10. Destaque ‘pop.gmail.com’ em ‘Conta’ e clique em ‘Propriedades’.
  11. Clique na guia ’Avançado’.
  12. Selecione a caixa próxima de ’Este servidor requer uma conexão segura (SSL)’ em ’E-mail de saída (SMTP)’.
  13. Digite ’465′ no campo ’E-mail de saída (SMTP)’.
  14. Selecione a caixa próxima de ’Este servidor requer uma conexão segura (SSL)’ em ‘E-mail de entrada (POP3)’. A porta será alterada para 995.
    *A ordem dos campos ‘Servidor de e-mails de saída’ e ‘Servidor de e-mails de entrada’ varia de acordo com a versão. Verifique se você está digitando as informações corretas em cada um deles.
  15. Clique na guia ‘Servidores’ e selecione a caixa próxima de ‘Meu servidor requer autenticação’.
  16. Clique em ‘OK’.

Veja também:

Como configurar outros clientes (programas) de e-mail?

Desbloquear conta de email no Google Apps

23/02/2009

O cliente de email não aceita meu nome de usuário e minha senha

Sugerimos fazer alguns ajustes nas configurações do cliente de e-mail para que não sejam solicitados sempre o nome de usuário e a senha. Verifique as configurações a seguir no seu cliente de e-mail:

  • Certifique-se de digitar @suaempresa.com.br após o nome do usuário. Por exemplo: jonas.silva@suaempresa.com.br
  • Digite sua senha novamente para garantir que esteja correta. Lembre-se de que as senhas fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas.
  • Certifique-se de que o seu cliente de email não está configurado para verificar novos e-mails com muita freqüência. Se seu cliente de email verificar novas mensagens mais de uma vez em 10 minutos, ele poderá pedir seu nome de usuário e sua senha várias vezes.

Para corrigir o problema, siga estas etapas:

  1. Desative todos os clientes de email que estiver usando para ler mensagens. (Se você usar um no trabalho e um em casa, desative os dois.)
  2. No computador em que os logins estão apresentando problemas, visite https://www.google.com/a/seudominio.com.br/UnlockCaptcha.
  3. Insira seu nome de usuário e sua senha de email, além das letras da figura distorcida.
  4. Depois de fazer o login satisfatoriamente, reinicie o cliente de email e tente baixar os seus emails.

Cloud computing: entenda este novo modelo de computação

14/08/2008

São Paulo – Saiba o que significa a expressão do momento em tecnologia e entenda os benefícios que ela trará a fornecedores e usuários.

O Google APPS, caminha junto a essa tecnologia! Seus e-mails ficam todos hospedados em servidores do Google e você pode acessar de qualquer lugar bastando ter internet.

cloudcomp_88Cloud computing é a expressão do momento em tecnologia. Nomes de peso como Amazon, AT&T, Dell, HP, IBM, Intel, Microsoft e Yahoo já anunciaram planos e investimentos na área e o Gartner acaba de liberar um relatório que aponta o cloud computing como uma das três mais importantes tendências emergentes nos próximo três a cinco anos.

Mas se há um consenso de que esta é a hora do cloud computing, não é possível dizer que haja uma idéia definida comum do que realmente é a chamada computação em nuvem. As opiniões são variadas e um bom exemplo de que o conceito ainda está nublado é o divertido vídeo da fornecedora Joyent, que mostra personalidades notórias como o visionário da web 2.0, Tim O’Reilly, o editor-chefe da CNet, Dan Farber, e o co-fundador do Wodpress, Matt Mullenweg, dando visões bastante distintas sobre o tema.

Juntando tudo, cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.

“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”, esclarece Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner, em um podcast da empresa de análise.

A nuvem em funcionamento
Pode parecer abstrato, mas alguns serviços que usamos no dia-a-dia ajudam a exemplificar o que significa este modelo. O e-mail é um deles. No modelo tradicional de computação, suas mensagens ficam salvas no software de e-mail, dentro do seu computador.

Em contrapartida, com os e-mails baseados em web (Hotmail, Gmail, Yahoo Mail ou qualquer outro da sua preferência), você pode acessar sua conta com todas as suas mensagens – armazenada em um servidor alheio -, a qualquer hora, de qualquer lugar, por meio da internet.

Aplicativos de edição de texto, planilhas, apresentação, edição de imagem e até softwares de gestão de relacionamento com clientes (como o CRM online da Salesforce.com) também estão migrando para este modelo.

E não são apenas os softwares que podem ser acessados remotamente pela nuvem. Os recursos de hardware – como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).

As vantagens do modelo

Todas estas tecnologias que vêm emergindo e amadurecendo foram empacotadas no conceito que levou o nome de cloud computing. “Em alguns anos não vamos chamar isso de cloud computing. Não terá nome. Será simplesmente computação”, defende Luis Sena, gerente de marketing de serviços da HP Brasil.

O entusiasmo com o cloud computing e os esforços de companhias do porte das citadas no início desta matéria se devem às inúmeras vantagens que ele pode oferecer tanto aos fornecedores de tecnologia quanto aos usuários.

Em primeiro lugar, este é um modelo que prevê um melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Um dos pilares do cloud computing é a consolidação dos recursos de hardware para que eles possam ser aproveitados ao máximo e gerenciados de forma inteligente, proporcionando economia de custos.

O mais relevante é que estamos falando de uma escala que não é mais local, mas sim global. O Google tem dezenas de data centers espalhados pelo mundo. Todos prestam serviços não a um país, mas a diversos, atendendo milhões de usuários”, define José Nilo Martins, gerente sênior de Google Enterprise para o Brasil.

A rede de varejo Amazon.com foi uma das pioneiras em entender e aplicar isto a seu favor. Para suportar a demanda das datas de pico em vendas – como o Natal – a loja online teve que investir em um poderoso parque de hardware. No entanto, fora das datas críticas, grande parte dos recursos ficava ociosa.

Desde 2002, a companhia vem experimentando com o “aluguel” desta capacidade. Em 2006, a empresa lançou dois serviços abertos ao público que a colocaram à frente na corrida do cloud computing: o Simple Storage Solution (S3), que permite ao usuário comprar espaço para armazenar arquivos online; e o Elastic Compute Cloud (EC2), que permite utilizar máquinas virtuais completas.

Os serviços não são apenas uma saída para o problema da Amazon, mas também uma oportunidade para as empresas começarem um negócio sem ter de investir na compra de equipamentos e com a flexibilidade de aumentar os recursos conforme for necessário.

Este exemplo revela outra vantagem do cloud computing: a flexibilidade. Se você precisa de mais processamento, você pode fazer um upgrade imediato de capacidade, sem precisar trocar componentes ou até equipamentos inteiros para isto. O mesmo vale para armazenamento ou até mesmo upgrades de software.

Se antes, para atualizar um software o administrador tinha que reinstalar todo o produto na máquina de cada usuário, neste modelo os aplicativos podem ser constantemente aperfeiçoados sem impactos para os usuários, uma vez que estão hospedadas em um único ponto central. Quantas vezes o Google já introduziu melhorias no Gmail, por exemplo, sem afetar a rotina dos seus milhões de usuários?

Outra vantagem deste novo modelo computacional é que ele não exige mais equipamentos potentes na ponta para acessar as aplicações. Como a parte mais pesada do processamento fica na nuvem, o usuário final só precisa de um browser e uma boa conexão à internet. “Com o cloud computing, qualquer um pode ter um supercomputador em casa”, afirma Fábio Boucinhas, diretor de produtos do Yahoo Brasil.

Desafios no ar

As empresas envolvidas na promoção do cloud computing têm, contudo, alguns desafios, entre eles segurança e confiabilidade. Para que o usuário confie grande parte de seus sistemas e arquivos a um terceiro, ele terá de garantir que os dados estejam devidamente protegidos e 100% disponíveis.

Isso é ainda mais crítico quando se trata de informações empresariais altamente sensíveis, como processamento de dados financeiros. “Isso terá de ser regulado para garantir que será feito da forma certa”, alerta Plummer, do Gartner.

A forma como esses serviços serão cobrados também é outra questão importante. Fornecedores que tiveram sucesso vendendo caixas – seja de software ou de hardware – terão que migrar para o modelo de venda de serviços. “Os custos para os usuários finais serão menores”, assegura Otávio Pecego, gerente do grupo de arquitetura da Microsoft Brasil.

Para endereçar questões como esta, três grandes nomes da indústria de tecnologia – Intel, HP e Yahoo – formaram uma aliança. “Hoje as questões de segurança e confiabilidade são inibidores do modelo. A idéia é identificar como atender esses requerimentos e criar padrões”, explica Sena, da HP.

O ritmo de adoção do cloud computing será definido pela velocidade com que estas questões serão endereçadas. “Quando isso acontecer – e vai acontecer – o fenômeno vai estar em pleno efeito”, prevê Plummer.

Fonte: IDG Now