10 ferramentas úteis do Google

10 ferramentas úteis do Google

Tem dias que parece que o Google está trabalhando duro para alcançar seu objetivo de organizar a informação do mundo, tornando mais fácil para nós encontrar o que precisamos. Outros dias, porém, parece que a companhia planeja dominar o mundo todo. E com um código de conduta que inclui a direção do “não seja mau”, talvez isso não seja necessariamente uma coisa ruim [fonte: Google Investor Relations].

Um dos muitos logos comemorativos do Google
Google / Cortesia
Um dos muitos logos comemorativos do Google

Não há como negar – o Google é uma potência da Internet. Ele é uma presença tão influente na Internet que quando o Yahoo! fez parceria com o Google para colocar o Google Ads na página de resultados de busca do Yahoo!, as pessoas começaram a se preocupar que o Google monopolizaria o negócio de publicidade nos mecanismos de busca. Até o Congresso americano começou a questionar a aliança [fonte: Hart]. O Google com certeza percorreu um longo caminho – a companhia cresceu de uma porção de computadores conectados casualmente em uma garagem para uma corporação global que vale bilhões de dólares.

O backbone para os negócios do Google é seu mecanismo de busca, mas ele não é o único serviço que a empresa oferece. Dê uma pequena mergulhada no site do Google e você vai topar com tudo – de aplicações de produtividade a cliente de mensagens instantâneas. O Google desenvolveu alguns desses produtos e recursos em casa, mas em alguns casos, os produtos do Google começaram como projetos independentes criados por outras companhias. Se os executivos do Google vêem uma aplicação interessante que ajude a companhia a atingir seus objetivos, há uma chance de o Google fazer uma oferta para comprar aquela empresa.

Parece que o Google está relutante em promover muitos de seus projetos de versões beta – lançamentos inicias que pode ainda ter problemas com funcionalidade – para produtos completos. Até o Gmail, o cliente de e-mail do Google lançado em 2004 só saiu do beta em meados de 2009. Mas algumas das iniciativas da companhia estão menos finalizadas que outras. O Google permite que os usuários testem serviços experimentais no site do Google Labs, mas admite que os serviços “não estão prontos para a estreia” [fonte: Google Labs].

Vamos mergulhar direto no mundo diversificado dos produtos Google. Começaremos dando uma olhada no Gmail.

1 – Gmail

Em 2004, um comunicado de imprensa do Google revelou que a companhia não estava satisfeita em dominar as buscas na internet – a segunda atividade online mais popular. O Google queria morder o maior serviço online na Internet: o e-mail. Isso colocado, o Google anunciou que permitiria que um seleto número de pessoas testasse o seu serviço de web-mail chamado Gmail [fonte: Google].

O Gmail organiza mensagens por conversa
Google / Divulgação
O Gmail organiza mensagens por conversa

O Gmail começou como um serviço de e-mail interno do Google. Quando o Google decidiu tornar o Gmail disponível para pessoas de fora da empresa, optou por uma abordagem gradual. Primeiro, a única maneira de conseguir uma conta no Gmail era receber um convite de alguém. Quase três anos depois de anunciar o Gmail, o Google abriu o acesso ao público em geral. Agora, qualquer pessoa pode criar uma conta no Gmail.

Mantendo-o curto
Alguns preferem manter as coisas curtas e simples. O Google comprou o serviço de mensagem online Jaiku em 2007. O Jaiku é parecido com o Twitter – é uma aplicação de microblog. Os usuários do Jaiku constroem uma rede de contatos. Aí eles podem enviar e receber mensagens curtas usando um telefone celular, um computador ou outro dispositivo conectado à Internet [fonte: Jaiku]

O Gmail organiza mensagens em conversas. Se alguém envia uma mensagem e você responde, o Gmail vai aparesentar as duas mensagens juntas, em cascata. O e-mail original aparece no topo e sua resposta, logo abaixo dele. Mensagens futuras vão aparecer  sob as originais, que o Gmail recolhe para que não tomem muito espaço na tela. Ao agrupar mensagens e respostas juntas, o Gmail torna mais fácil para os usuários acompanhar as várias discussões de uma só vez. Mas o grande pulo do gato do Gmail nem é mais o agrupamento de e-mails trocados, e sim o filtro antispam. Muito pouco lixo eletrônico – cerca de 5% do que chega – ultrapassa filtro que o Google desenvolveu para o Gmail. Eles vão direto para a pasta de Spam – e lá ficam até que o usuário resolva apagá-las para sempre ou que o Google o faça automaticamente após 30 dias.

Algumas pessoas acham que a comunicação por e-mal está morrendo (ou já morreu). O Google parece ter uma resposta a isso também: o GTalk, ou Google Talk. Leia na próxima página.

2 – GTalk

Justo quando você pensava que a Internet já tinha atingido sua cota de clientes de mensagens instantâneas, aparece o Google Talk. Lançado em 2005, o Google Talk é uma aplicação que permite aos usuários enviar mensagens instantâneas. Ao contrário do Gmail, o GTalk não é inteiramente baseado na Web. Os usuários precisam primeiro baixar uma aplicação para seus computadores para ter acesso ao seu conjunto completo de recursos.

A versão Web do GTalk não tem todos os penduricalhos da versão para desktop
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A versão Web do GTalk não tem todos os penduricalhos da versão para desktop

Esses recursos vão além de simples mensagens. Você pode enviar arquivos ilimitados – de tamanho ilimitado também – para outros usuários. Apenas lembre-se de que se você escolher enviar um arquivo grande para alguém, vai demorar um tempo para transferir para outro usuário, especialmente sobre conexões mais lentas. Também, se você tem um um limite para transferência de dados em sua rede, você pode ter de pagar uma taxa extra ao seu provedor de acesso, caso ultrapasse esse limite.

O Google Talk é também um cliente VoIP (voz sobre IP). Isso significa que você pode fazer chamadas PC a PC com outros usuários do GTalk. Você e seu contato precisam ter microfones e fones de ouvidos ou alto-faltantes, mas o GTalk lida com o resto. A transmissão de voz em tempo real pode tomar bastante da largura de banda da sua conexão. Assim como as transferências de arquivos, você corre o risco de ultrapassar sua cota de dados com seu provedor de acesso se usar demais a função VoIP do GTalk.

Usuários também podem fazer o download do gadget Google Talk, uma aplicação baseada em Web que permite aos usuários acessar muitas – mas não todas – as funções do GTalk de um website pessoal, como um blog, ou do iGoogle, a página personalizada do Google (veja o item 8 desta lista). Isso significa que você pode usar qualquer computador conectado à Internet para usar o GTalk.

Isso praticamente cobre comunicação. O que mais o Google pode organizar? Que tal as compras na Internet? Na próxima página, conheça o serviço Google Checkout.

3 – Google Checkout

Muitas pessoas fazem compras pela Internet. Um dos problemas das compras online envolve a transmissão de suas informações pessoais pela Internet. Se você quiser comprar itens em deiferentes sites, tem de entrar todas as suas informações múltiplas vezes. O Google viu uma oportunidade para criar uma ferramenta que permitiria aos lojistas e aos usuários tirar vantagem de um sistema de checkout universal.

Exemplo de lojas que usam o sistema Google Checkout
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Exemplo de lojas que usam o sistema Google Checkout

Veja como funciona: primeiro você cria uma conta Google. Se já tiver uma, você vai precisar completar seus dados, fornecendo número de cartão de crédito, endereço de cobrança, endereço de entrega e número de telefone. Após completar esse passo, você pode ir às compras.

Inseguro?
Algumas pessoas podem sentir-se inseguras em fornecer informações de seu cartão de crédito para o Google. O Google enfatiza que leva muito a sério a segurança e a privacidade de seus usuários. Já que o lojista nunca vê o número do cartão de crédito, há menos possibilidade de alguém abusar das informações do usuário. Mas isso também significa que as bases de dados do Google se tornaram am alvo bastante atraente para hackers que queiram acessar um montão de números de cartão de crédito.

Tudo o que você tem de fazer é logar-se no Google e procurar por websites inscritos no Google Checkout. Quando você vir o símbolo do checkout listado ao lado de um resultado da busca na página de resultados, você saberá que pode comprar itens daquele site usando sua conta Google. Você terá de digitar sua senha do Google Checkout, mas não terá de entrar com informações de cartão de crédito ou pessoais novamente. Você seleciona o que quiser e o Google lida com o restante da transação. O lojista nunca vê o número do seu cartão de crédito.

O Google Checkout é gratuito para os consumidores. Lojistas, porém, têm de pagar 2% mais 20 centavos de dólar por venda feita. Mas o Google dá um desconto para os lojistas que usam o Google AdWords. Para cada dólar que um lojista gasta por mês com publicidade no AdWords, o Google processa US$ 10 dólares de venda sem cobrar comissão [fonte: Google Checkout].

O Google também oferece produtos projetados para ajudá-lo a organizar sua vida. Descobra mais sobre o Google Calendar na próxima página.

4 – Google Calendar

Em Abril de 2006, o Google lançou uma aplicação online gratuita chamada  Google Calendar. Se você tem uma conta Google, então pode criar um calendário Google. Se você não tem, pode registrar-se gratuitamente.

Entre para o clube
O Google é bom em dar aos usuários experiência integrada. É por isso que o Google é uma das companhias líderes da inicitiva OpenSocial. O conceito é simples: construir um sistema em que o usuário possa criar informação de login e perfis em um local central, e então usar essa informação sempre que ele ou ele queira se juntar a uma rede social. Isso também beneficia desenvolvedores de aplicação – em vez de construirem a mesma aplicação para cada rede social, os desenvolvedores podem criar uma versão usando os padrões OpenSocial e portá-la para cada rede. O Google faz o que fala ao usar uma abordagem similar com seus produtos – você pode acessar a maioria deles ao criar uma única conta Google.

Você pode usar o Google Calendar para agendar eventos e convidar pessoas para participar. Ao compartilhar pastas, você pode comparar sua agenda com a de outros usuários. Se todos mantiverem seus calendários atualizados, é fácil evitar conflitos. Um único usuário pode abrir múltiplos calendários e visualizar todos os eventos agendados em uma única janela. Já que isso pode ficar confuso, o Google exibe cada evento do calendário em uma cor diferente.

O Google inclui o seu recursos de busca dentro do sistema do Google Calendar. Você pode buscar por calendários específicos. Os donos dos calendários podem escolher mantê-los privados ou compartilhá-los abertamente com todos. Também é possível criar múltiplos calendários com uma conta. Isso pode ser ótimo para organizações que têm bases múltiplas de consumidores. Por exemplo, um teatro deve ter um calendário para o público geral que mostra os horários das apresentações e um segundo calendário para os atores, para que eles saibam sobre as agendas de testes e ensaios.

Um Google Calendar novo; múltiplos calendários e múltiplos usuários
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Um Google Calendar novo; múltiplos calendários e múltiplos usuários simultâneos

Outro produto Google que está ganhando popularidade é a suíte de produtividade que você normalmente encontra no software de escritório para desktop. É o Google Docs, a versão online do Google para o MS Office e o Open Office. Saiba mais na próxima página.

5 – Google Docs

A suíte Google Docs marca a tentativa do google de entrar no jogo online dos softwares de produtividade. A suíte gratuita inclui um processador word, um editor de planilha de cálculos e uma aplicação de apresentação. Em resumo: ela tem as aplicações básicas que qualquer negócio precisa. Em vez de salvar todos os seus dados no disco rígido do seu computador, você salva seus arquivos Google Docs em um siste de arquivos Google remoto. Como os arquivos estão hospedados na Web, você pode acessá-los de qualquer computador conectado à Internet. Seus documentos não ficam amarrados a um dispositivo específico.

Se não pode fazer, compre
O Google tem a reputação de comprar pequenas companhias e incorporar seus produtos. O Google Docs é um bom exemplo – para construir a sua suite,  o Google comprou as seguintes companhias:

  • Upstartle, que desenhou o processador de textos Writely;
  • 2Web Technologies, criadora da planilha de cálculos online chamada XL2Web;
  • Tonic Systems, a empresa responsável pela aplicação de apresentação.

Outro recurso do Google Docs é sua habilidade de compartilhar documentos e capacidade de edição com outros usuários Google. Várias pessoas podem editar o mesmo documento ao mesmo tempo. Com aplicações desktop tradicionais, um gerente de projeto pode ter de lidar com várias cópias do mesmo arquivo, já que vários colaboradores editam e fazem adições ao documento. Com o Google Docs, todos podem fazer suas mudanças diretamente no arquivo salvo nos servidores do Google. O Google Docs também faz o rastreamento das versões anteriores do documento – gerentes de projetos não têm de se preocupar com o fato de alguém apagar acidentalmente uma seção inteira.

Um problema do Google Docs é que nenhuma das aplicações é tão robusta quanto as de suítes de produtividades como o Office, da Microsoft. Se você precisa apenas de funcionalidades básicas, o Google Docs pode ser últil. Mas se você estiver acostumado a criar documentos, planilhas e apresentações com todos os penduricalhos, provavelmente você vai querer manter o software tradicional.

O Google Docs reúne editor de texto, planilha de cálculos e software de apresentação
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O Google Docs reúne editor de texto, planilha de cálculos e software de apresentação

Estamos na metade do caminho. Talvez você esteja se sentindo meio perdido com todos esses produtos e recursos. Não tema, o Google tem uma solução: o Google Maps. Leia na próxima página.

6 – Google Maps

O Google lançou deu recurso de mapa online em 2005, quase dez anos depois da estreia online do MapQuest. Como o seu competidor, o Google Maps deixa que o usuário visualize mapas de regiões específicas e trace rotas de um endereço para outro. O Google Maps permite que os usuários visualize mapas de ruas, mapas de terrenos topográficos e até vistas de satélites. Para algumas áreas, o Google também tem um recurso de mapa de tráfego, que pode alertar o usuário para engarrafamentos e congestionamentos.

A visão de satélite do Google Maps dá ao usuário a vista aérea de várias localidades
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A visão de satélite do Google Maps dá ao usuário a vista aérea de várias localidades

O Google Maps se baseia nas imagens digitais da Navteq. A Navteq fornece os dados de mapas para diversos clientes, incluindo sistemas de navegação veicular. Uma companhia chamada deCarta – ex-Telcontar – fornece as aplicações que alimentam os recursos de mapeamento. Os empregados do Google criar as aplicações que combinam as imagens da Navteq com as capacidades de mapeamento da deCarta para criar os recursos que você vê no Google Maps.

Em 2008, o Google adicionou um novo recurso ao Google Maps: você pode obter rotas a pé de um lugar para outro. Anteriormente, o Google Maps só exibia rotas para veículos, o que precisava considerar as mãos das ruas. Agora os usuários pode encontrar o caminho a pé mais curto entre dois pontos.

Às vezes as decisões do Google não vão tão bem quanto o esperado. O recurso de visão da rua (Google Street View), para o Google Maps é um exemplo. O Google montou câmeras especiais em carros, e enviou-os para as ruas de várias cidades dos EUA e da França. As câmeras apontavam em diferentes direções e tiravam fotos a cada poucos segundos, dando aos usuários o vista do nível da rua de certas cidades. Mas algumas pessoas dizem que o Google estavam violando a privacidade. O Google respondeu borrando o rosto das pessoas nas fotos para proteger suas identidades.

O Google Maps está intimamente ligado a uma suíte de produtos do Google chamada Google Earth. Vejamos a seguir.

7 – Google Earth

O Google está sempre buscando novas maneiras de organizar e apresentar informação. Uma dessas formas é adicionar metadados de identificação geográfica para vários meios, como sites, RSS feeds ou imagens. Esse processo é chamado de geomarcação (geotagging ou geocoding) – uma maneira de ligar informação a uma localização no mundo real. Você pode ver informação geomarcada em um mapa. Já que o Google Maps serve como uma maneira de prover informações desse tipo para os usuários, o Google decidiu sair com uma alternativa: o Google Earth.

Conheça o planeta com o Google Earth: vistas 3D, mapa topográfico tridimensional, prédios 3D
Google / Divulgação
Conheça o planeta com o Google Earth: vistas 3D, mapa topográfico tridimensional, prédios 3D

Em 2005, o Google adquiriu uma empresa chamada Keyhole, que construiu a fundação para o Google Earth, um globo digital que deu aos usuários um outro ponto de vista da Terra. Eles podem afastar e aproximar as vistas da Terra de uns poucos metros da superfície até a órbita do planeta. O Google Earth dá ao usuário uma porção de escolhas, da visualização de imagens de satélite do planeta a mapas híbridos, recursos de terrenos e vistas tridimensionais de uma cidade inteira.

O Google Earth também permite que os desenvolvedores criem aplicações para linkar informações de locais específicos no globo. Usuários podem escolher visualizar a informação geomarcada de notícias gerais a dados personalizados. O Google Earth torna isso possível para ilustrar notícias de um novo jeito. Por exemplo, uma agência de notícias poderia ilustrar uma história sobre incêndios florestais usando imagens do Google Earth da área danificada.

Esquemáticos
Uma aplicação importante relacionada ao Google Earth é o SketchUp, um programa que permite aos artistas gráficas criar prédios 3D, Os artistas podem exportar suas criações para o Google Earth. Eles podem adicionar textura às suas construções, tornando-as ainda mais realísticas. Visite cidades como Tóquio ou Nova York no Google Earth e você verá muitos prédios desenhados exatamente como são no mundo real.

Originalmente, a única forma de os usuáros acessarem o Google Earth era baixar uma aplicação e instalá-la em seus computadores. A aplicação acessa a Internet para obter a última informação e as atualizações, mas o computador do usuário hospeda a maioria dos recursos da aplicação. Em 2008, o Google lan;cou uma nova aplicação Google Earth que é inteiramente baseada na Web. Mas como a versão completa do Google Earth precisa de muitos recursos de computação para funcionar corretamente, a versão baseada na Web é uma variação enxuta com menos recursos que seu parente para desktop.

Quando os executivos do Google dizem que querem organizar a informação do mundo, eles não estão brincando. E eles não querem parar somente na Web – eles querem organizar também a sua informação. É aí que entra o Google Dektop, que você vai conhecer na próxima página.

8 – Google Desktop

Você já teve de procurar um arquivo específico no seu computador? E algum e-mail que está em algum lugar entre as milhares de mensagens recebidas? A experiência pode ser frustrante, e aqueles de nós que desafiados a ser organizados podem despender muito esforço ao tentar achar um pedaço de informação.

Google Desktop: busca de arquivos por nome, assunto, palavras-chaves
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Google Desktop com Google Gadgets: busca de arquivos por nome, assunto, palavras-chaves

É aí que o Google Desktop pode ser útil. É uma aplicação Google que pode ser baixada gratuitamente. Uma vez instalado, o Google Desktop trabalha. Ele busca e indexa os arquivos do computador do usuário no tempo ocioso, quando o computador não está trabalhando com outras coisas. Ele não apenas indexa o nome do arquivo – como também busca o conteúdo. Talvez você não se lembre do assunto do -email, mas lembra-se que mencionou algo sobre um novo restaurante japonês na cidade. Você pode procurar pelo termo “sushi” usando o Google Desktop e ele vai retornar resultados relevantes a esse termo. Os resultados se parecem muito com a página de resultados que o Google gera para a buscas na Web. Um desses resultados deve ser o e-mail que você precisa recuperar.

O Google Desktop também dá aos usuários a opção de intalar gadgets personalizados do Google. Os gadgets recuperar informação na Web e aprensenta-a em uma janela que fica no desktop do usuário. A informação pode incluir dados do clima e do trânsito, feeds de notícias ou listas to-do, entre outras coisas.

Se o Google Desktop não reúne informação suficiente da maneira que você gosta, você empre pode criar uma página especializada do Google, que pode puxar informação de aplicações de centenas de fontes. Essa é a idéia por trás do iGoogle, que nós veremos na próxima página.

9 – iGoogle

Você provavelmente tem um pequeno número de sites ou aplicações que usa mais que outras. E se você tivesse uma forma de juntar esses sites, de modo que pudesse ir a um só lugar na web e acesso todos eles de uma vez? Este é o conceito por trás do iGoogle, um agregador – ou portal de serviços Web – gratuito.

Página personalizada com notícias, fotos, dicionários e outros gadgets
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Página personalizada com notícias, fotos, dicionários e outros gadgets organizados e apresentados por abas

O serviço iGoogle permite que usuários selecionem múltiplas aplicações e feeds de notícias da Internet. Cada usuário pode personalizar sua própria página iGoogle. Por exemplo, fãs de esportes podem adicionar aplicações que coletem os últimos resultados e estatísticas de seus times favoritos e exibi-los em uma janela dedicada na página iGoogle.

O Google permite que os usuários organizem suas próprias páginas iGoogle usando um conjunto simples de ferramentas. Uma dessas ferramentas é uma série de abas no topo da página. Os usuários podem criar abas para categorias específicas de aplicações ou de feeds de notícias. Isso torna mais fácil para os usuários encontrar a informação que eles querem quando eles a querem. Uma vez que o usuário configura sua página iGoogle, a aplicação faz o resto do trabalho.

Apesar de você poder escolher incluir aplicações como Gmail, Google Calendar, GTalk e Google Docs na sua página iGoogle, você não está limitado apenas às ferramentas Google, Desenvolvedores terceirizados criaram aplicações iGoogle que permitem que o usuário acesso muitos dos diferentes programas baseados em Web. Com a aplicação certa instalada no iGoogle, você pode acessar coisas como:

Outro tipo de informação que você pode acessar – e compartilhar – no iGoogle são suas fotos através do Picasa, o último item da nossa lista de ferramentas Google.

10 – Picasa e Picasa Web Albums

Criado originalmente pela incubadora de negócios Idealab, o Picasa é um software para organização e edição de fotografia digital que foi comprado pelo Google em 2004. Ele está integrado ao Picasa Web Albums, um aplicativo online de compartilhamento de imagens. Usuários de Windows, Mac OSX e Linux podem baixar o programa gratuitamente, mas para usar o Web Albums é necessário criar uma conta no Google.

O Picasa indexa todas as imagens e os vídeos no seu computador
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O Picasa indexa todas as imagens e os vídeos no seu computador

Uma vez instalado, o Picasa indexa todas as imagens e vídeos existentes no computador, exibindo-as em um painel do lado esquerdo da tela, por pasta, embaixo dos álbuns que podem ser criados facilmente. O software importa imagens e vídeos de vários dispositivos, como câmera digital, memory key, telefone celular e micro de mão, reconhecidos automaticamente. O usuário tem a opção de excluir os arquivos duplicados, assim o programa só baixa do dispositivo as imagens novas, acelerando o processo de importação.

O software permite que o usuário faça correções básicas (corte, contraste, brilho, cor, retoque, luz), ajuste fino (luz, sombra, cor) e aplicação de efeitos (ênfase, sépia, preto e branco, granulação, saturação, brilho e degradê). Permite também criar selecionar várias fotos e criar uma colagem.

Como o negócio do Google é organizar informações, as semelhanças com outros softwares de edição de imagens param por aí. O Picasa está totalmente integrado com o Picasa Web Albums e com o Blogger, ferramenta de publicação de blogs do Google. Os álbuns que você cria no Picasa podem ser exportados automaticamente para a Web, para o seu blog ou por e-mail (seja Gmail, seja qualquer outro). O grande barato, no entanto, é a organização das fotos por tags, o que facilita na hora de buscar aquela foto daquela pessoa. Você pode legendar as imagens, geomarcá-las ou usar o recurso de reconhecimento facial. O Picassa faz isso automaticamente tanto a partir do programa instalado na máquina do usuário quanto no álbum de fotos criado na Web. Você clica no botão de criação de tags, e o programa varre a sua biblioteca e agrupa as fotos por rosto. Assim, em vez de marcar cada foto individualmente, você o faz por grupos. O processo pode demorar um pouco, dependendo da quantidade de imagens existentes na sua biblioteca.

Geomarque suas fotos do Picasa via Web Albums
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Geomarque suas fotos do Picasa via Web Albums

O problema do Picasa, porém, está no seu consumo de memória. E ele consome bastante. Por isso, não espere que sua máquina responda rápido se você estiver usando o Picasa e rodando, ao mesmo tempo, os aplicativos da suíte Office, o Internet Explorer com várias janelas abertas, ou ainda o seu cliente de e-mail.

Para saber mais sobre o Google e seus aplicativos, visite os links da próxima página.

Fonte: HowStuffWorks